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domingo, 19 de fevereiro de 2012

O DESVELAR DA EXISTÊNCIA!




A vida é um mistério a ser rasgado, a ser arrancado, a ser desvelado à existência física do ser.
No mergulho pelo interno do ser, dá-se o encontro com a cristalização das emoções densificadas pelo programa humanidade.

Muitas são as resistências encontradas no DNA ancestral, pelos programas repetidos e contínuos de sistemas aderidos a filosofias com o objectivo da permanência da ilusão.
É necessário mesmo sem se compreender o tudo, que o ser  aprenda a mediar os conflitos parentais (pai e mãe), ou Ying e yang.

Não adianta as buscas incessantes externas, enquanto o ser não aprender a conciliar essas energias de DEUS/ Pai e DEUS/ Mãe, assim, não precisa de fazer o impossível, ou seja, o ser já não necessita resgatar aquilo que competia aos seus progenitores e ancestrais, uma vez que na nova energia, cada  vida é responsável e poderosa em si.

Desta forma o que é importante é o ser atentamente aceitar-se como um ser singular e iluminado, perdoando e elevando os pensamentos, os comportamentos, e ocupar o seu devido lugar dentro da família de si mesmo, dentro da sua unidade interna.

 Como exemplo Jesus Cristo, revelou-se um bom filho, um estimado enteado, um leal irmão, um feliz amigo e um devoto pai da humanidade, deixando grandes os seus feitos e dando pequenos e seus, os  seus exemplos, pelo seu gosto constante de semear pequenas sementes com a sua pedagogia de puro amor.

Uma boa árvore é conhecida pelos seus frutos, e a árvore da vida de cada um, interna e externa tem de ser verticalizada na horizontalidade cósmica do ser.
Abrindo assim as novas consciências crísticas em cada ser, em cada templo, mas sobretudo encurtando ou unificando  a distância em cada consciência de cada sacrário.

Para que uma nova humanidade possa existir, não importa  a contaminação ou condenação do negativismo ancestral, quando o positivismo presente chegou para se fazer anunciar como a única humanidade possível e visível a um estado de futuro de todas as gerações.

Isso dar-se-à uma vez mais através do amor puro, não o familiar, mas unicamente o divino, o incondicional puro amor primordial em cada ser, e no todo de um coletivo.
Como todo o amor, nada nasce, nada persiste, nada se conquista sem o verdadeiro amor, esse amor vem sempre para ficar.

Não temas perder aquilo que te pertence por direito divino, lembra-te que a semente e o fruto são o mesmo, o que os separa são apenas estados, por vezes alguns estão apenas cristalizados.
Assim  o amor tanscende todos estes estados, e da cristalização encontrarás um único estado, o estado de graça em ti.

Muita Paz!

Eugénia De Almeida

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